Romanos 8:31
Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Romanos 8:31 em 4 versões
"Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?"
Contexto da passagem
E sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.
Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
Porque eu tenho a certeza de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
O que significa Romanos 8:31?
Romanos 8 é considerado o capítulo mais glorioso do Novo Testamento. Com mais de 35.000 buscas mensais no Brasil somando todos os seus versículos, ele apresenta a segurança do crente em Cristo com uma lógica teológica irresistível. O versículo 28 — 'todas as coisas cooperam para o bem' — é a afirmação de confiança mais buscada na internet brasileira.
Paulo escreve Romanos para a Igreja em Roma, composta de judeus e gentios com tensões entre si. O capítulo 8 é o clímax da primeira parte da carta — a resposta à pergunta: 'Se somos salvos pela graça, o que nos garante que permaneceremos salvos?' A resposta de Paulo é: o amor inquebrável de Deus.
Para o brasileiro que enfrenta instabilidade econômica, problemas de saúde ou crises relacionais, Romanos 8 oferece algo que o mundo não pode: certeza. Não a certeza de que tudo correrá bem pelos nossos padrões, mas a certeza de que Deus está trabalhando em tudo — inclusive no que parece adverso — para nos aproximar de Seu propósito.
Perguntas frequentes
O que Paulo quis dizer com 'Se Deus é por nós, quem será contra nós?' em Romanos 8:31?
Paulo não está dizendo que ninguém se oporá ao cristão — a vida cristã inclui tribulação (v. 35). A afirmação é sobre o resultado final: se o próprio Deus está do lado do crente, nenhuma força — humana ou espiritual — tem poder suficiente para anular o propósito de Deus para sua vida. É uma declaração de supremacia divina, não de ausência de conflito.
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